Ir para o conteúdo

Escolha quais conteúdos opcionais este site pode carregar. Você pode alterar isso a qualquer momento pelo link Configurações de cookies no rodapé da página.

Necessários

Lembra suas escolhas de cookies e acessibilidade neste navegador. Sempre ativo.

Permite o carregamento de ferramentas de medição de audiência, se o site as utilizar.

Permite carregar conteúdo de outros serviços, como publicações incorporadas de redes sociais. Esses serviços podem definir seus próprios cookies.

Este site exibe anúncios do Google AdSense. Com sua permissão, o Google pode usar cookies para mostrar anúncios de acordo com seus interesses. Sem ela, você verá anúncios não personalizados.

Acessibilidade

Tamanho do texto 100%

As configurações são salvas neste navegador.

Segurança e Defesa

Israel anuncia morte de comandante do Hamas ligado ao ataque contra Kissufim

As Forças de Defesa de Israel e o Shin Bet anunciaram em 11 de outubro de 2026 que um ataque matou um comandante de pelotão da Nukhba que ajudou a liderar o assalto de 7 de outubro de 2023 ao posto militar de Kissufim. As agências também atribuíram a ele participação em sequestros de reféns e em planos recentes de ataques.

Composição conceitual de pasta, rádio e escudo protetor iluminado
Pasta rádio e escudo · Aviso

Comunicado conjunto identifica o alvo

O comandante foi identificado como Hisham Jamal Muhammad Abu Glala no anúncio relatado pelo The Times of Israel. As agências o descreveram como integrante da Nukhba, uma força do braço militar da organização terrorista Hamas.

O comunicado foi publicado em 11 de outubro, mas o ataque ocorreu em 5 de outubro em Khan Yunis, no sul de Gaza. A novidade do dia é, portanto, a identificação pública do alvo e a explicação oficial sobre suas atividades.

As datas distinguem a operação do anúncio. O relato não esclarece o intervalo entre os dois, e as informações divulgadas não permitem atribuir esse período a uma causa específica.

O vínculo com 7 de outubro

O exército e o Shin Bet afirmaram que Abu Glala ajudou a liderar o ataque contra o posto de Kissufim durante a ofensiva terrorista do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023. Também disseram que ele participou do sequestro de reféns israelenses.

O anúncio não identifica quais reféns estariam relacionados a essas acusações. Não há, assim, base para acrescentar nomes, determinar um número de sequestrados ou tirar conclusões sobre o destino posterior de uma pessoa específica.

Para Israel, o relato conecta a operação ao esforço contínuo de identificar e neutralizar participantes dos ataques daquele dia. Os detalhes sobre a atuação individual do comandante correspondem à avaliação publicada pelas duas agências de segurança.

As agências descrevem ameaça persistente

Além de sua alegada participação no ataque anterior, as agências disseram que Abu Glala havia atuado recentemente no planejamento de ataques contra soldados israelenses e civis de Israel. Também atribuíram a ele atividades para restaurar capacidades do Hamas.

O relato oficial apresenta a operação como uma resposta a uma ameaça que continuava ativa. A justificativa inclui atuação passada e atividades recentes, sem se limitar à posição ocupada pelo comandante na organização.

A publicação não contém um arquivo completo de inteligência, comunicações de apoio ou uma cronologia detalhada dos planos recentes. Seria incorreto acrescentar um alvo, local ou calendário que o comunicado não informou.

O alcance da informação divulgada

O fato público confirmado é o anúncio conjunto da morte, com identidade e avaliação operacional. O The Times of Israel relatou a versão das agências, sem apresentar uma verificação forense independente do falecimento.

A morte anunciada de um comandante não demonstra o desaparecimento das capacidades do Hamas. Tampouco estabelece mudanças na situação de algum refém ou fornece um novo total a ser somado automaticamente a operações distintas.

Qualquer ampliação dependerá de informações oficiais adicionais ou de provas verificadas de maneira independente. Por enquanto, as agências explicaram quem afirmam ter atingido, quando e onde ocorreu o ataque e por que consideravam o comandante uma ameaça a soldados e civis.

Voltar às últimas notícias