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Segurança e Defesa

Hirsch alerta sobre forças da Autoridade Palestina; reportagem cita 150 policiais em ataques

O tenente-coronel reformado Maurice Hirsch alerta que o tamanho e as capacidades das forças de segurança da Autoridade Palestina podem representar uma ameaça significativa caso suas armas sejam voltadas contra Israel. A advertência aparece em uma reportagem do Israel National News de 26 de setembro de 2026, que reúne entrevistas da i24NEWS. O texto também afirma que 150 policiais palestinos usaram suas armas para realizar ataques.

Ilustração de equipamentos policiais diante de colinas na Judeia e Samaria
Ilustração. Não representa um ataque ou deslocamento específico de forças. · Aviso

O que sustenta o número de 150

A reportagem situa esses casos no “ano passado”, mas não apresenta uma lista de incidentes nem as datas exatas do período. Também não identifica expressamente Hirsch como a fonte desse número. Trata-se, portanto, de uma afirmação da reportagem, e não de um total oficial verificado de forma independente.

Separadamente, Hirsch, do Centro de Jerusalém para Assuntos Exteriores e Segurança, questionou como o aparato de segurança chegou a um efetivo que ele estima entre 67 mil e 70 mil pessoas. Sua preocupação ultrapassa os ataques individuais e se concentra no que uma força armada maior poderia fazer.

O limite de 12 mil tem um recorte territorial

O anexo de segurança original de Oslo II estabelecia um teto conjunto de 30 mil policiais palestinos: até 12 mil na Judeia e Samaria, chamada de Cisjordânia no acordo, e 18 mil em Gaza.

São universos de contagem diferentes. Nas conclusões de seu estudo de 15 de julho, Hirsch estimou cerca de 70 mil integrantes no total e mais de 50 mil na Judeia e Samaria. São estimativas dele, não um levantamento atual verificado. O limite regional de Oslo não pode ser comparado diretamente com o efetivo total.

A coordenação também faz parte da discussão

A mesma reportagem apresenta outra ênfase do major-general reformado Eitan Dangot, ex-chefe do órgão israelense de coordenação nos territórios. Ele defendeu a importância da coordenação de segurança para a estabilidade, ao mesmo tempo que pediu preparação contínua para a possibilidade de as forças palestinas voltarem suas armas contra Israel.

A questão é como ponderar a cooperação atual e uma ameaça futura possível. A reportagem citada não demonstra que tenha sido dada uma ordem para um ataque em grande escala.

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