A versão do Exército sobre a rede
Os militares afirmam que ele comandava a rede de câmbio Geneva, responsável por transferir moeda estrangeira equivalente a dezenas de milhões de shekels. O dinheiro teria pago integrantes, financiado a reconstrução de infraestrutura militar e ajudado a preparar ataques contra soldados israelenses. Não foram apresentados registros públicos das transações.
Outro relato sobre a morte
A EFE também noticiou sua morte citando fontes do Hospital Al-Shifa, sem corroborar as acusações financeiras.
Um segundo negócio citado
O Exército mencionou ainda uma empresa chamada Gardena Professional na transcrição inglesa, cujas atividades comerciais teriam facilitado os repasses. Os nomes exatos registrados da companhia e da rede não foram estabelecidos no material examinado.
Israel apresentou a operação como parte dos esforços para impedir a recuperação da capacidade militar do Hamas. Transações específicas, destinatários e valores detalhados continuam sem divulgação. Atribuir as acusações ao Exército distingue seu anúncio dos elementos financeiros ainda não documentados independentemente.