Ir para o conteúdo

Escolha quais conteúdos opcionais este site pode carregar. Você pode alterar isso a qualquer momento pelo link Configurações de cookies no rodapé da página.

Necessários

Lembra suas escolhas de cookies e acessibilidade neste navegador. Sempre ativo.

Permite o carregamento de ferramentas de medição de audiência, se o site as utilizar.

Permite carregar conteúdo de outros serviços, como publicações incorporadas de redes sociais. Esses serviços podem definir seus próprios cookies.

Este site exibe anúncios do Google AdSense. Com sua permissão, o Google pode usar cookies para mostrar anúncios de acordo com seus interesses. Sem ela, você verá anúncios não personalizados.

Acessibilidade

Tamanho do texto 100%

As configurações são salvas neste navegador.

Segurança e Defesa

Estrangeiros que apoiam Israel são atacados com pedras em visita a Turmus Ayya

Influenciadores estrangeiros que apoiam Israel foram atacados com pedras em 19 de outubro, durante uma visita a Turmus Ayya com o Regavim. Uma janela de carro foi quebrada e um passageiro ficou levemente ferido. O grupo reunia cidadãos de seis países, perto do local onde Heidi Levine se feriu três dias antes.

Uma pedra grande no banco de um carro vazio, ao lado de uma janela quebrada e de fragmentos de vidro
Pedra junto aos vidros quebrados · Aviso

Pedras atingiram os veículos na saída

Fleur Hassan-Nahoum, que participou da visita do Regavim, disse que os agressores atiraram pedras contra os veículos quando o grupo deixava a vila palestina na Judeia e Samaria. Uma das pedras quebrou a janela de um carro e feriu levemente um passageiro, atendido por socorristas das Forças de Defesa de Israel.

Turmus Ayya, registros de 19 de outubro

Hassan-Nahoum descreveu um grupo que viajava em três carros. Depois que pessoas cercaram os veículos e exigiram a saída dos visitantes, eles deram meia-volta em direção à saída. O ataque com pedras ocorreu ali. Ela disse que os passageiros se abaixaram antes de uma pedra quebrar a janela.

Seu relato acompanha a tentativa de deixar a vila, a janela quebrada e a necessidade de atendimento médico. Os carros já estavam seguindo para fora do local quando ocorreu a agressão.

Seis nacionalidades e apoio comum a Israel

Entre os visitantes estavam cidadãos dos Estados Unidos, da Argentina, do Canadá, da França, do Reino Unido e da África do Sul. Eram influenciadores vindos do exterior para uma visita com o Regavim e que manifestam publicamente apoio a Israel.

A cidadania deles importa para a pergunta que o ataque levanta. Estrangeiros feridos na Judeia e Samaria podem atrair atenção internacional. Desta vez, as pessoas nos veículos eram visitantes cuja posição pública é favorável a Israel.

Os fatos imediatos merecem atenção por si: quem foi atacado, como a janela foi quebrada e por que um passageiro precisou de assistência médica. O apoio das vítimas a Israel não deveria reduzir a importância desses pontos quando o episódio chega às manchetes e provoca cobranças públicas.

A agressão de sexta-feira ocorreu a cerca de 1,5 quilômetro

O ataque com pedras aconteceu a aproximadamente 1,5 quilômetro de onde a fotojornalista americana Heidi Levine foi “agredida” na sexta-feira, 16 de outubro.

Nos dois episódios, cidadãos estrangeiros ficaram feridos. Os locais são próximos, e três dias separam os ataques. As vítimas mais recentes eram pessoas vindas de fora que apoiam Israel.

Essa combinação coloca uma pergunta direta aos veículos de comunicação e às figuras públicas que reagem a agressões contra estrangeiros: haverá a mesma cobrança por condenação e responsabilização quando os feridos estão do lado de Israel?

A vila que Huckabee visitou em setembro

Turmus Ayya é uma vila hostil em que muitos moradores têm cidadania americana. O embaixador dos Estados Unidos em Israel, Mike Huckabee, visitou o local em 5 de setembro, cerca de um mês e meio antes do ataque aos influenciadores.

Naquela visita, um “alvoroço” tomou conta inclusive da imprensa israelense quando um judeu passou pela área em seu veículo. Huckabee ergueu o celular para filmá-lo, e a passagem do veículo virou assunto no noticiário.

O motorista, Amishav Melet, se identificou depois e disse que respondia a um alerta de segurança em um veículo Ranger. Afirmou que cumprimentou a delegação e as equipes de imprensa e seguiu seu caminho. Também descreveu como foi apresentado posteriormente como um colono perigoso.

A vila que recebeu atenção durante a visita do embaixador agora foi cenário de um ataque com pedras contra estrangeiros que apoiam Israel. Uma janela foi quebrada e um passageiro se feriu. Isso produzirá as mesmas manchetes, condenações públicas e exigências para responsabilizar os agressores quando as vítimas apoiam Israel?

Voltar às últimas notícias